Como anseio palavras vindas de ti, como procuro o conforto do teu abraço, a entrega do teu desejo, o suspiro que deste com a surpresa do meu beijo...
Não tinha reparado em ti, senti-te pela diferença do teu toque, pelo cuidado que demonstras nos teus gestos, na intensidade do teu olhar, na forma envergonhada que mais tarde fizeste notar. Pensei todo o dia em como poderia ser a tua companhia, só queria estar contigo! Mesmo vendo aquilo que não queria abstrai-me completamente, ansiava demasiado uma conversa, uma trivialidade, a possibilidade de retardar cada vez mais o momento de estar contigo, de saber como poderia ser um futuro, queria aliviar a dor da distância que nos afastava e isso não podia contrariar. Estava disposto a tudo, leva-me para onde quiseres, estou demasiado entregue a ti e ao teu encanto Ariadne, leva-me porque a sinceridade está comigo, nesta não são os desejos animais que nos “come” diariamente, leva-me pois para ti só amor tenho para dar...
Formas sedutoras apoderaram-se de mim, sentia-me demasiado confiante pela sinceridade das minhas palavras, pela força que esta notava no poder da embriaguez, pelo desejo de desejar... desculpa amigo! Foi mais forte do que eu, não consegui afastar a loucura de querer, de tocar, abraçar, deambular pelo infinito da minha vontade por ti Ariadne, pela loucura de voltar a sentir aquilo que parecia ter desaparecido no silêncio do tempo.
Querer é poder, e poder, é fazer querer e ter! Queria tanto que qualquer gesto para mim era um sinal, queria tanto que só pensava em estar contigo e deixar-me levar pelas pétalas dos teus lábios, pelos troncos e ramos que me abraçaram, dançando ao som da música do nosso encanto, ao som das folhas do pátio que nos confortou, o parque da cidade...
Sinceras foram as minhas palavras, nunca te escondi a verdade que ambos sabemos, mas espero que também saibas que diariamente penso em ti, diariamente penso no sabor do teu conforto e no desejo de te voltar a encontrar, Ariadne...
Como desejava que essas palavras fossem para mim. Admiro-te como muitas vezes já o fiz notar, admiro-te pela ausência do medo em passar aquilo que és, de mostrar que tens sentimentos e que nem tudo é mundo concreto! Estou neste mundo sozinho, mas nele, assim não quero ficar, e aquilo que sei é que contigo, quero muito partilhar!
Não tinha reparado em ti, senti-te pela diferença do teu toque, pelo cuidado que demonstras nos teus gestos, na intensidade do teu olhar, na forma envergonhada que mais tarde fizeste notar. Pensei todo o dia em como poderia ser a tua companhia, só queria estar contigo! Mesmo vendo aquilo que não queria abstrai-me completamente, ansiava demasiado uma conversa, uma trivialidade, a possibilidade de retardar cada vez mais o momento de estar contigo, de saber como poderia ser um futuro, queria aliviar a dor da distância que nos afastava e isso não podia contrariar. Estava disposto a tudo, leva-me para onde quiseres, estou demasiado entregue a ti e ao teu encanto Ariadne, leva-me porque a sinceridade está comigo, nesta não são os desejos animais que nos “come” diariamente, leva-me pois para ti só amor tenho para dar...
Formas sedutoras apoderaram-se de mim, sentia-me demasiado confiante pela sinceridade das minhas palavras, pela força que esta notava no poder da embriaguez, pelo desejo de desejar... desculpa amigo! Foi mais forte do que eu, não consegui afastar a loucura de querer, de tocar, abraçar, deambular pelo infinito da minha vontade por ti Ariadne, pela loucura de voltar a sentir aquilo que parecia ter desaparecido no silêncio do tempo.
Querer é poder, e poder, é fazer querer e ter! Queria tanto que qualquer gesto para mim era um sinal, queria tanto que só pensava em estar contigo e deixar-me levar pelas pétalas dos teus lábios, pelos troncos e ramos que me abraçaram, dançando ao som da música do nosso encanto, ao som das folhas do pátio que nos confortou, o parque da cidade...
Sinceras foram as minhas palavras, nunca te escondi a verdade que ambos sabemos, mas espero que também saibas que diariamente penso em ti, diariamente penso no sabor do teu conforto e no desejo de te voltar a encontrar, Ariadne...
Como desejava que essas palavras fossem para mim. Admiro-te como muitas vezes já o fiz notar, admiro-te pela ausência do medo em passar aquilo que és, de mostrar que tens sentimentos e que nem tudo é mundo concreto! Estou neste mundo sozinho, mas nele, assim não quero ficar, e aquilo que sei é que contigo, quero muito partilhar!
como adoro!
ResponderEliminarSem dúvida um mundo feito desta partilha, deste amor intenso, desta dedicação era o mundo ideal. Todas as mulheres gostavam de ouvir dizer estas palavras, de sentir esse calor que tu transmites nos teus textos. Quem me dera poder sentir-me assim... tão amada como a tua deusa o é...
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